segunda-feira, 13 de abril de 2009

Ecos na eternidade

Hoje, enquanto olhava as pessoas passarem na rua pela janela, pensei em como será o momento em que eu me encontrar com o próprio Deus para ser julgado por ele.

Visualizei mentalmente a alma do maior cético que o planeta terra já teve amargando todo o seu orgulho e prepotência. Sentindo um desejo agoniantemente intenso de ter louvado a Deus como um desesperado e gritado aos quatro cantos do mundo à respeito de Sua existência e poder enquanto ainda tinha um corpo e vivia na terra.

Ao lado dele, a alma de um sujeito que viveu uma religião morna o suficiente para levá-lo ao inferno estava gemendo e amaldiçoando o seu farisaísmo oculto, sua hipocrisia e derramando lágrimas de sangue em cima de suas máscaras.

Naquele dia eu estarei nu. As desculpas que formulei para mim mesmo serão ignoradas e apenas aquilo que for verdadeiro permanecerá. As barreiras humanas serão rompidas e poderei entender plenamente como o mundo espiritual funciona. Quem eu realmente me tornei estará exposto e as decisões que tomei enquanto ainda podia ver as pessoas pela minha janela ecoarão por toda a eternidade.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

A mentira sobre a verdade

A pós-modernidade introduziu a idéia de que não existem verdades absolutas. Essa perspectiva relativista busca desconstruir a idéia de uma verdade única e exclusiva.

Dentro dessa lógica, o importante é buscar a felicidade e a satisfação pessoal, seja por qual caminho for, uma vez que, os conceitos de certo, errado, bom e ruim também são colocados em cheque. Acabamos muitas vezes absorvendo essas idéias despercebidamente por estarmos inseridos nesse meio e sermos diariamente expostos a essa condição sócio-cultural do capitalismo.

Para nós cristãos, existe sim uma verdade única e absoluta. E ela tem nome certo: Jesus Cristo. É importante, por fim, que fique claro que ele não quer e não precisa de seguidores que o têm como um acessório, um amuleto da sorte ou apenas uma pílula da felicidade e do bem estar pessoal.